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A não perder esta semana!
2012-05-21

JOFEBAR apresenta primeira Porta Escultórica, desenvolvida com Peças de Autor do Escultor Ricardo Wolfson, a partir do sistema de portas pivotantes panoramah!®

A apresentação terá lugar no Armazem 7, em Santos, Lisboa no dia 23 de Maio pelas 19h, e a exposição estará patente ao público até dia 12 Junho 2012.






Na mitologia e religião romanas, Jano representa o deus dos começos e das transições; das portas, das passagens, dos finais e do tempo. Representado como uma figura bicéfala, Jano olha para o futuro e o passado simultáneamente. Como se de uma alegoria dessa dualidade se trata-se, a porta de alta segurança concebida pelo Ricardo Wolfson – uma peça escultórica que não se encontra muito longe do conceito paradisíaco de Deus ex. Machina – , e como um símbolo da contemporaneidade, transmite nos a ambiguidade, que aberta ou fechada, não faz mais que conduzir-nos “em trânsito” de um estado a outro, simplesmente, representando tudo aquilo que viver significa

 

As portas foram desde sempre, símbolos importantes de uma cidade, de um país, de um Império... A história da arquitectura oferece exemplos inumeráveis da magnificência destas portas, a do Paraíso de Ghiberti, do Inferno de Rodin, a de Ishtar, e tantas outras. A porta pode ser entendida sempre como o símbolo de uma época, de uma civilização ou simplesmente como metáfora.

Esta porta composta por 140 peças escultóricas foi realizada com os mais diversos tipos de metais (não ferrosos ) reciclados.

Fusionados por compactação hidráulica, estes elementos transformam-se, como diz Ricardo Wolfson "numa espécie de alquimia na qual cada peça surge imprevisível, surpreendendo-me sempre com resultados inesperados, e é neste processo de deixar interagir os materiais quase aleatoriamente que emana metaforicamente a criatividade.

Por vezes imagino esta porta de alta segurança, flutuando isolada no meio dum parque, ou brilhando silenciosa no espaço sideral …”

 

 

Ricardo Wolfson


JOFEBAR  apoia Exposição de Pintura de  B. M. Scoditti, e apresenta novo sistema expositivo panoramah!® 


A exposição será inaugurada dia 24 de Maio pelas 19hno Consulado de Itália no Porto, estará patente ao público até dia 24 Junho 2012. 

 

 

EXPOSIÇÃO DO PINTOR BERNARDO MASSIMO SCODITTI, NA SEDE DA “ASSOCIAZIONE SOCIO-CULTURALE ITALIANA DEL PORTOGALLO” NO CONSULADO DA ITÁLIA, PORTO, DE 24 MAIO A 24 DE JUNHO.

Bernardo Massimo Scoditti, pintor italiano radicado em Portugal desde 1974 (na Cidade do Porto, desde 1984), com formação feita na Academia das Belas Artes de Roma, onde também estudou na Faculdade de Arquitectura. . Realizou diversas exposições em galerias e museus europeus, principalmente em Itália, Portugal e Espanha. Em 2011, apresentou alguns trabalhos na 54ª Bienal de Veneza e na exposição “Occupazioni”, no Instituto Italiano de Cultura de Lisboa.

Desenvolveu a sua pesquisa estética mais recente através de obras simultaneamente racionais e poéticas, mais próximas, na sua aparência, do universo das artes  gráficas.

A exposição dedicada aos seus últimos trabalhos, intitulada κόσμος/cosmos, patente ao público de 24 de maio a 24 de junho de 2012, na sala polivalente da Associazione Socio-Culturale Italiana del Portogallo, no Consulado Honorário de Itália no Porto, na Rua da Restauração 409, de segunda a sexta feira das 18:00 às 20:00 e aos sábados das 16:00 às 20:00, é o primeiro evento desta natureza que se realiza nestes espaços renovados recentemente.

Com esta iniciativa, a ASCIP pretende abrir um ciclo de manifestações culturais destinadas à divulgação da cultura italiana, à actividade da comunidade italiana no Norte de Portugal e às relações entre os dois países.

A pintura de Scoditti é o resultado de uma reflexão sobre a natureza da forma na pintura; , sobre a relação entre o gesto artístico e a estrutura racional e geométrica da perspectiva em que esse mesmo gesto se enquadra; sobre a tensão entre o plano abstracto da representação e o espaço físico da experiência: o espaço da obra, o espaço existencial do artista que a realiza e o espaço fenomenológico do observador. Espaços que acabam por coincidir.

Os elementos que definem a sua substância e o seu aspecto formal - tanto o enredo leve mas preciso das linhas, dos traços, dos textos e das texturas, em grafite e tinta-da-china; quanto o próprio suporte físico das obras - integram o universo do desenho, embora estruturados com base em princípios da perspectiva e da matemática, cujas raízes se fundam nas teorias da arte renascentista.

Realizados nos últimos três anos da produção artística de Scoditti, os trabalhos em exposição constituem o ponto mais alto deste processo, no qual convergem também as pesquisas pessoais e filosóficas sobre o controlo do gesto, sobre a concentração do pensamento, sobre a não-objectividade da representação e propõem ao observador o desafio de uma visão da pintura profundamente poética, rigorosa e refinada, que é  muito mais o reflexo de uma ética da prática artística do que da expressão de uma estética da forma.

Francesco Cancelliere

 

 


 


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